O aumento significativo de fraudes digitais no setor jurídico brasileiro atingiu um nível alarmante, exigindo uma postura defensiva por parte das bancas. Nos últimos dias, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4.709/25, que tipifica e agrava as penas para o Golpe do Falso Advogado.
Com prejuízos que já somam mais de R$2,8 bilhões nos últimos quatro anos, essa modalidade criminosa não ameaça apenas as vítimas diretas, mas coloca em risco a credibilidade e a integridade dos escritórios.
Neste artigo, trazemos tudo o que você precisa saber sobre o cenário atual, a nova legislação e, principalmente, como utilizar a tecnologia para assegurar sua operação. Acompanhe!
Como o golpe funciona?
O funcionamento do Golpe do Falso Advogado é minucioso: criminosos monitoram processos públicos, extraem dados sensíveis e abordam as partes pelo WhatsApp fingindo ser o advogado constituído na causa.
Ao solicitar pagamentos antecipados para a liberação de valores via pix, eles não apenas lesam financeiramente o cidadão, mas vinculam o nome de escritórios de médio a grande porte para o centro de investigações.
Novas tecnologias para a segurança de dados
Com denúncias que não param de crescer e o registro de milhares de vítimas em todo o país, o combate às fraudes digitais atingiu um patamar crítico. Apenas em São Paulo, uma ação policial efetuou 26 prisões em 48 horas, conforme publicado pela Veja.
Esse volume de ocorrências impulsionou a urgência do Projeto de Lei, mas também acendeu um alerta para o jurídico: a criminalização é necessária, mas a proteção através de novas tecnologias é imprescindível.
Os Tribunais de Justiça e o Conselho Nacional de Justiça têm adotado políticas voltadas à segurança dos usuários, como:
- Reforço da necessidade de autenticação segura, incluindo o uso de duplo fator de verificação e certificados digitais.
- Garantia de acesso aos sistemas judiciais eletrônicos, como eproc, PJe e o e-SAJ, de forma restrita a usuários devidamente identificados.
- Intervenção do CNJ: determinação para que todos usuários externos (advogados, partes interessadas, procuradores) do PJe e demais ambientes digitais utilizem a autenticação em múltiplos fatores para realizar o login.
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Para mitigar riscos e proteger tanto a banca quanto seus clientes finais, nossas automações oferecem camadas de proteção que vão direto ao ponto central do problema: o controle de acesso.
- Rastreabilidade total
Com nossas automações, seu time concentra todas as solicitações em um único lugar. Isso permite que o gestor tenha o registro exato de quem acessou qual processo, incluindo data e hora de cada solicitação.
- Controle de credenciais
O compartilhamento de senhas e usuários entre a equipe é uma das maiores brechas de segurança. A Anytask permite centralizar e controlar esses acessos, garantindo que as credenciais do escritório sejam utilizadas apenas para fins produtivos e monitorados.
- Centralização e segurança
Ao automatizar a coleta de dados e o peticionamento, você elimina a necessidade de múltiplos colaboradores acessarem os portais dos tribunais de forma independente, reduzindo a exposição a ataques ou coletas mal-intencionadas.
A criminalização do Golpe do Falso Advogado é um marco necessário, mas a lei sozinha não impede a ação de criminosos. Por isso, a verdadeira proteção nasce da combinação entre conscientização e as novas tecnologias de segurança nos processos jurídicos.
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